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Pronto para o Mandriva 2011? Veja algumas imagens

Ontem, 29/06, Eugeni Dodonov nos entregou o primeiro RC do Mandriva 2011, e foi uma grata surpresa!
A nova identidade visual do Mandriva é surpreendente!
Mas não é só isso, o Mandriva 2011 representa a maior renovação dessa distribuição em todos os tempos.
Confira algumas novidades:
· Linux kernel 2.6.38.7;
· KDE SC 4.6.4;
· Novo design;
· Novo gerenciador de login;
· Novo tema de desktop;
· Novo Plasma widgets;
· Novos icons;
· Novos wallpapers;
· Novo splash screens;
· Novo launcher;
· Novo boot screens;
· Novo Mandriva Control Center;
· Mandriva Sync;
· Mandriva Sphere;
· Mozilla Firefox 5.0;
· Opera 11.50;
· Xorg Server 1.10.2;
· Mesa 7.10.3;
· Pidgin 2.9.0;
· KDEPim 4.6.0;
· iptables 1.4.11.1;
· Chromium web browser 12 e 13;
· Processo de booting melhorado;
· Wireshark 1.6.0;
· VLC 1.1.10;
· Shotwell 0.10.1;
· Clementine 0.7.1;
· Samba 3.5.9;
· GCC 4.6.1;
· Octave 3.4.2;
· GIT 1.7.6;
· rsyslog 5.8.2;
· ffmpeg 0.7.1;
· KDevelop 4.2.3;
· Wine 1.3.23;
· Horde Groupware 3.3.11
· SQlite 3.7.7;
· Pulseaudio 0.9.23;
· coreutils 8.12;
· Python 2.7.2;
· Blender 2.58;
· Mozilla Thunderbird 3.1.11;
· Drizzle 2011.06.19;
· systemd 29;
· hugin 2011.0.0;
· WebKit 1.4.1.


 

 

 

Aproveite!

 
 

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Notícias sobre a Mandriva

Missão da Mandriva:

Mandriva é uma distribuição de origem pan-europeia e BRIC, para todos! Para empresas e para usuários, desde o iniciante até o mais avançado.

Reestruturação:
A Mandriva está recuperada de uma situação difícil. A recuperação foi feita através da reestruturação das dívidas, a simplificação da organização, um novo investidor e um novo foco estratégico.

Mandriva quer:

  • Capacitar, tanto quanto possível, a sua comunidade;
  • Ser agressiva e inovadora no desktop;
  • Para criar uma educação de atividade específica e de distribuição;
  • E, finalmente, para melhorar a distribuição de servidores e produtos.

Comunidade

A Comunidade Mandriva vai ser autônoma e uma estrutura de governança será criada para garantir a liberdade. A empresa Mandriva é apenas um elemento desta comunidade independente.

Um gerente da comunidade será contratado pela Mandriva para ajudar a comunidade a implementar esses planos.

A próxima versão comunitária da distribuição Mandriva estará disponível em meados de 2011.

A versão comunitária da distribuição Mandriva é a única em que todas as derivações (Powerpack, a distribuição Desktop Corporativo e a distribuição Mandriva Enterprise Server) são baseadas.

Do ponto de vista desktop, o Mandriva pretende ser a melhor distribuição KDE NO MUNDO: fácil de usar, estável, rico, moderno e com excelente localização.

Mesmo que tendo foco para versão KDE, vamos incentivar a comunidade a construir Gnome, LXDE, XFCE, E17, … versões como opções de valor. A infra-estrutura para ajudar a comunidade a fazer isso será colocada em prática.
Educação

Uma versão especializada do Mandriva estará disponível nos próximos meses. Ela permitirá instalação nos computadores que são usados em sala de aula dentro de minutos, com o controle da sala de aula e da classe. A configuração dos computadores da classe será extremamente simplificado.


Desktop Powerpack & Corporate

Powerpack virá como de costume com o software proprietário e dos drivers, com 18 meses de apoio técnico e os desktops corporativos virão com suporte a longo prazo (3 anos). A próxima versão do Powerpack e do Desktop Corporate virá logo após a versão da comunidade.

Server

MES vai ser melhorado a fim de continuar a oferecer o mais simples de instalação e de gestão para os administradores de sistema para software de código aberto e proprietário.

O melhor open source e heterogênio software de gerenciamento de hardware, Mandriva Pulse 2, continuará a evoluir.

Mandriva tem planos para melhorar as características de escalabilidade para todos os produtos de servidor.

Mandriva Directory Server (MDS) incluirá uma melhor integração com o Active Directory e GPO.
Novos produtos
Tablets

Mandriva centra-se na nova versão da distribuição para os diferentes tipos de tablets com as plataformas Intel e ARM. Apoiamos o Meego (Nokia/Intel) e trabalhamos para a nova interface baseada no KDE e Qt Mobile.

Nuvem

Atualmente a Mandriva trabalha em sua estratégia de cloud internamente e ter um plano para iniciar as discussões da comunidade em breve.

Online

O on-line da Mandriva Store será simplificado e melhorado.

Vários serviços on-line serão integrados nas versões desktop.
Desenvolvedores

Neste momento Mandriva tem 27 programadores espalhados entre Brasil, França e Rússia, bem como quatro subcontratados que trabalham em uma base mensal, e inúmeros colaboradores da comunidade de todo o mundo que nós nunca agradeceremos o suficiente.

Mandriva contrata:

No Brasil 7 desenvolvedores (e até 20 no ano seguinte)
Na França, 5 desenvolvedores
Na Rússia, o Mandriva tem planos para estender extremamente R & D e de configuração de até 15 pessoas para os testes e QA
A Mandriva está procurando por empresas subcontratadas.
Pessoas interessadas podem entrar em contato rh@mandriva.com

Sobre os boatos

Mandriva está viva e será sempre viva para as partes interessadas (comunidade, funcionários, clientes, fornecedores etc).
Nós não mudamos de RPM para DEB.
Nós não mudamos o Cooker.
A Mandriva terá o prazer de trabalhar com todos os tipos de funcionários técnicos e não deve pertencer a alguns grupos de técnicos. Mandriva deverá ser responsável perante todos os seus stakeholders (comunidade, usuários, empregados, clientes, fornecedores, etc ….)

Este é um comunicado oficial do conselho da Mandriva.

 
 

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Ubuntu: A banda podre do Linux

dori_ubuntu_250708_2Li no site GuiadoHardware uma matéria que inicialmente tratava sobre o ciclo de atualização e lançamento de novas versões do Fedora Linux, mas a cada linha ficava perplexo ao assimilar o prejuízo que o Ubuntu vem dando as outras distribuições. Mas esse prejuízo não é financeiro somente, também é um prejuízo intelectual, já que a distribuição apenas colhe as tecnologias das outras, lança primeiro e ganha a fama. Ubuntu (Canonical) é um grande sangue-suga do mundo Linux. Eu não uso por não achar uma boa distribuição e também não recomendo pra ninguém.

Segue a matéria:

Fedora release cycles: longer or shorter?
Autor original: Jonathan Corbet
Publicado originalmente no:
lwn.net
Tradução: Roberto Bechtlufft
Data original: 12/11/2008
Disponibilizado para tradução: 20/11/2008

O lançamento do Fedora 10 esteve previsto para 25 de novembro, um pouco mais tarde do que havia sido planejado originalmente. É fato que atrasos em lançamentos do Fedora não são novidade, mesmo quando o projeto não está lidando com sérias avarias em sua infra-estrutura fundamental (diga-se de passagem, essa história ainda não foi totalmente esclarecida). Parece que a espera pelo Fedora 10 valeu a pena, mas o projeto não esperou pelo lançamento para começar a pensar no ciclo de lançamentos de futuras versões. Alguns debates sobre o assunto nos permitiram ter breves vislumbres da pressão sentida pela liderança do Fedora.

Uma recente análise em vídeo do Fedora 10 foi vista pelo projeto como algo não muito favorável:

Mas a maior queixa expressada pelo projeto é outra: trata-se do crédito dado ao trabalho realizado por desenvolvedores do Fedora. Como disse o líder do Fedora, Paul Frields:

    Outro ponto que me deixou perplexo foi o apresentador indicar que o Fedora tinha muitos dos recursos presentes no Ubuntu 8.10. Isso de fato procede, mas o fato é que muitos desses recursos foram criados por contribuidores do Fedora, dentro e fora da Red Hat. É bom nós enfatizarmos isso.

As discussões subseqüentes indicam que um vasto número de desenvolvedores do Fedora tem a sensação de que outras distribuições, especialmente o Ubuntu, estão levando a fama pelas melhorias que são desenvolvidas pelo Fedora. Não é a primeira vez que esse tipo de preocupação surge; dizem que a Novell desenvolveu o XGL a portas fechadas para que o Ubuntu não fosse o primeiro a utilizá-lo. O Fedora não parece estar considerando a hipótese de fechar o desenvolvimento ao público, o que seria contrário à natureza aberta do projeto, mas há outras alternativas sendo discutidas.

O projeto Fedora, mais do que tudo, quer que o mundo saiba do trabalho que seus desenvolvedores estão tendo. Iniciativas como a lista de recursos de cada versão ajudam a difundir as informações antes do lançamento da versão oficial. Também se discute uma divulgação mais agressiva em blogs, sites de notícias etc. O projeto até postou uma proposta de calendário de marketing para ajudar a garantir que as atividades de marketing adequadas aconteçam nos momentos certos do ciclo de lançamento.

O antigo líder do Fedora, Max Spevack, fez uma sugestão diferente:

    Se os recursos e o lançamento deles antes das outras distros são um problema devido à nossa posição no calendário em relação ao lançamento do Ubuntu, o que dá a eles a chance de lançarem uma nova versão primeiro e receber boa parte do crédito pelos novos recursos enquanto a crítica e a imprensa não compreendem onde o trabalho upstream é realizado (no Fedora, por exemplo), então o marketing do Fedora deveria pedir ao comitê do Fedora que alterasse um pouco as datas de lançamento de maio e de novembro para que o ciclo do Fedora se encerrasse antes do ciclo do Ubuntu.

Essa proposta evoca a visão de distribuidores correndo para ver quem lança sua distro primeiro, levando a ciclos de lançamento ainda menos e a uma correspondente queda na qualidade das versões. É difícil de imaginar que ser o primeiro confira uma vantagem de marketing tão grande; deve haver uma alternativa melhor.

Não parece que o Fedora vá trilhar esse caminho para um contra-ataque tão cedo. Na verdade, se o calendário proposto para o lançamento do Fedora 11 for aprovado, vai acontecer exatamente o contrário. No passado, o Fedora respondeu a um lançamento atrasado com um ciclo de lançamento subseqüente reduzido para acertar o calendário. No Fedora 11, pelo visto, isso não vai acontecer; o projeto não tentará lançar a nova versão no mês de maio.

O motivo para que o ciclo do Fedora 11 não seja reduzido é o seguinte:

    O Fedora 11 vai ser extremamente importante para o Red Hat Enterprise Linux (também conhecido como RHEL). O plano para o RHEL 6 é ter como base para novas tecnologias e recursos as versões 10 e 11 do Fedora. Isso inclui boa parte do trabalho que está sendo realizado no upstream, e que deve se concretizar nesses dois lançamentos.

Reduzir o ciclo do Fedora 11 tornaria mais difícil encaixar todas as alterações planejadas para o RHEL6. Isso é um problema para a Red Hat, e como a Red Hat praticamente banca a existência do Fedora, os problemas da Red Hat são problemas do Fedora. Além disso, parece que vários engenheiros do núcleo da Red Hat vão trabalhar no Fedora durante o próximo ciclo para ajudar a aprontar os recursos que devem ser incluídos no RHEL-6. Se o próximo ciclo for menor, o Fedora terá menos atenção desses desenvolvedores. O Fedora prefere evitar isso e tirar proveito dos engenheiros do RHEL enquanto pode.

Por isso, a proposta é manter o ciclo de seis meses para o Fedora 11 e lançá-lo no início de junho. O ciclo do Fedora 12, no entanto, será encurtado para que o calendário do projeto se acerte. Espera-se que o anúncio antecipado facilite os planos para esse ciclo reduzido; Jesse Keating também sugere que o projeto “se foque mais em aperfeiçoamentos do que em grandes recursos arrebatadores no Fedora 12”. Os mais cínicos de nós podem concluir que o Fedora 11 vai ser entupido de recursos novíssimos que a equipe do RHEL deseja avaliar, e que o Fedora 12 será a versão em que essas novidades todas estarão realmente estáveis. Mas eu não seria cínico a esse ponto, imaginem…

As primeiras reações ao calendário proposto foram quase totalmente positivas, e parece que as coisas vão mesmo tomar esse rumo. Alguns desenvolvedores do Fedora podem achar que lançar uma versão após o Ubuntu põe suas relações públicas em desvantagem, mas há outras preocupações tidas como mais importantes. Como essas “outras preocupações” podem ser encaradas como “aproveitar o tempo disponível para focar no trabalho de desenvolver novos recursos para a próxima versão estável”, fica difícil argumentar contra elas.

Créditos a Jonathan Corbetlwn.net
Tradução por Roberto Bechtlufft <roberto at bechtranslations.com>

 
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Publicado por em 28/11/2008 em Uncategorized

 

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Ubuntu 8.10 é mais lento que as versões anteriores

Isso não era nenhum segredo, mas agora foi confirmado, o site Phoronixrealizou uma série de testes para medir o desempenho da nova versão da distribuição Ubuntu.

Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex, é em certas tarefas, bem pior que as versões anteriores de Ubuntu. Em uso de Ram a velocidade de jogos mediante OpenGL, os resultados são similares, mas em outras tarefas como inserção de dados em banco de dados ou codificação de arquivos de audio, os resultados são muito piores que usando Ubuntu 7.04.

Mesmo assim, ele consegue ter um desempenho bastante superior ao Windows Vista.

Ubuntu vem perdendo popularidade no mundo Linux. Outras distribuições, como Mandriva, se mostram muito mais estáveis e com evolução muito maior em cada versão lançada.

Logo teremos testes comparando a nova versão do Ubuntu com o Mandriva 2009.

 
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Publicado por em 04/11/2008 em Linux

 

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